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Notícias | postado por: Mascarenhas

O ex-ator pornô que virou deputado pelo PSL dispara críticas contra Bolsonaro e os filhos e diz que no jogo do Congresso não dá para ficar 'magoadinho'. 

Entre os 513 deputados federais eleitos em 2018, poucos têm um passado mais, digamos, pitoresco que o do carioca Alexandre Frota, do PSL de São Paulo: quinze anos atrás, ele era ator de filmes pornô e requisitado modelo de ensaios de nus para revistas voltadas ao público gay. Ele revê o passado com uma ponta de orgulho: “Se ainda lembram, é porque fiz bem”. Congressista dos mais ativos na leva de novatos que desembarcou em Brasília, Frota, de 55 anos, bolsonarista de primeira hora, gosta de apregoar que segue um caminho próprio dentro do partido — ora critica (já comprou brigas com os filhos do presidente e atacou o guru Olavo de Carvalho e foi atacado por ele), ora articula, como na blindagem do ministro da Economia, Paulo Guedes, por ocasião de sua audiência na Câmara. O deputado recebeu VEJA em seu escritório em São Paulo — decorado com imagens de Nossa Senhora, fotos com “Jair”, caveiras e um boneco de Lula na cadeia — para a entrevista a seguir.

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Nesse pequeno vídeo comentamos sobre a Medida Provisória 881 encaminhada pelo governo ao Congresso Nacional. Trata-se de mais um ataque aos nossos direitos. Compartilhe para que mais pessoas saibam dessa grave ameaça. Augusto Vasconcelos. Presidente do Sindicato dos Bancários da Bahia. 

 

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Luciano Huck polemizou nas redes sociais, ontem (7), ao discutir com a jornalista Nina Lemos, que o criticou após uma live no Facebook. “Acho você uma pessoa esquisita. Parece dizer textos prontos e emoções falsas”, disparou ela. E o apresentador do "Caldeirão" respondeu: “Muito sensível você, mulher. Deve estar solteira e abandonada, pelo visto. Mas enfim...”.

Nina, então, treplicou: “Acusar uma mulher de ser solteira é um expediente antigo, usado por pessoas que pararam em 1950 e são cheias de preconceitos”. E completou: “Quando esse pensamento vem de um homem, se não fosse irritante e preconceituoso, poderia ser até engraçado”.

O bafafá virou motivo de discussões na internet e também na televisão. Os apresentadores do "Fofocalizando", do SBT, por exemplo, se dividiram: “Ele foi machista. Mas será que é machista? Ele é um playboy de São Paulo”, disse Leão Lobo. “Ele pisou no tomate, foi imprudente”, comentou Décio Piccinini. Já Leo Dias defendeu o global: “Faria bem pior que ele. Também atacaria e não seria delicado como ele foi”.Pré-título, aspeado, Tvsaj. Imagem, divvulgação. Matéria, Metro 1. 

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O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (2) que o dinheiro retirado das universidades federais será investido na educação básica. Ele disse que a educação no Brasil é como uma casa com um “excelente telhado e paredes podres”. Na última terça-feira (30), o Ministério da Educação (MEC) anunciou um corte de 30% do orçamento das universidades federais.

“A gente não vai cortar recurso por cortar. A ideia é investir na educação básica. Ouso dizer até que um número considerável não sabe sequer a tabuada. Sete vezes oito? Não vai sabe responder. Então pretendemos investir na base. Não adianta ter um excelente telhado na casa se as paredes estão podres. É o que acontece atualmente”, disse Bolsonaro em entrevista ao SBT. 

A informação do corte orçamentário foi dada à TV Globo pelo Secretário de Educação Superior do MEC, Arnaldo Barbosa de Lima Júnior. O corte, inicialmente, seria restrito a três universidades, Universidade de Brasília (UnB), Universidade Federal Fluminense (UFF) e Universidade Federal da Bahia (UFBA). Em seguida, foi ampliado a todas as instituições federais do país. 

A informação sobre o corte na verba das universidades federais surge ao mesmo tempo em que abre o período para as instituições públicas de ensino superior aderirem ao Sistema de Seleção Unificada (Sisu) . O Sisu é um sistema informatizado do Ministério da Educação pelo qual instituições públicas de ensino superior oferecem vagas a candidatos participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).Foto, Wilson Dias, Ag. Brasil. Pré-título, aspeado, Tvsaj. Matéria, Tribuna da Bahia.

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RIO - Toda quinta é dia de DR na casa de Maria Flor. E mais de 30 mil pessoas podem assistir à atriz e seu marido, o filósofo e roteirista Emanuel Aragão (com quem está casada há dois anos), debaterem sexo oral, masturbação, monogamia, divisão de tarefas... Desde que, há dez meses, lançaram o canal Flor e Manu, no Youtube, o casal divide sua intimidade com o público, falando, sem pudor, de temas ou situações que vivem no casamento.

O sucesso é tanto que a DR virou a peça “Tudo que você sempre quis dizer sobre o casamento”, prevista para estrear no Rio em setembro. Os frutos não são apenas profissionais. O exercício da conversa tem provocado nos dois uma constante reflexão sobre a qualidade da relação. E se hoje Flor fala abertamente sobre sexo e tabus, é graças à construção de uma liberdade pessoal. O que talvez tenha começado quando deu um basta no casamento anterior, por causa de uma calça justa e uma frase dita pelo ex-parceiro (“você está vulgar”). Na verdade, a luta vem de antes. “Fui bem reprimida na adolescência e não tinha diálogo sobre sexo com meus pais”, conta ela, filha da roteirista Marcia Leite e do técnico de som Renato Calaça. “Somos criadas para dar prazer aos homens e reprimir o próprio prazer”.

Em sua casa no Horto, que foi completamente alagada na enchente do início do mês, a atriz contou sobre seus novos trabalhos (duas peças, dois filmes e um livro) e falou ainda mais sobre sexo. "Não dá mais para trepar sem gozar", afirmou. Disse também que namoraria uma mulher ("Andréa Beltrão e Mariana Lima, com certeza"), que tem medo de se arrepender caso não tenha filhos ("às vezes tenho vontade, às vezes, não"), e que cansou de "fingir e de mentir". "Procuro me relacionar com pessoas que estão tentando falar a verdade sobre o que sentem e pensam". Foto Gabriel Monteiro.Arte, Luiz Costa. Matéria, Globo.

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Por ANTONIO MASCARENHAS

Fatia substancial de "brasileiros" (principalmente do sul e sudeste) que, na verdade, parece desconhecer toda uma realidade socioeconômica e política deste país, nutre preconceitos contra os nordestinos. Ridicularizam-nos acintosamente, de forma desrespeitosa. Se Bolsonaro não venceu no norte/nordeste, por exemplo, é culpa dos nordestinos que, segundo eles, são insignificantes e só pensam em bolsa família. Ou seja, generalizam a partir de um segmento da população que, infelizmente, à luz das condições de vida e dos desafios que vêm enfrentando ao longo do tempo (ensejados por fatores climáticos e descasos governamentais nas três esferas de governo, com relação à saúde, educação, moradia, oferecimento de oportunidades de emprego, etc), servem de exemplo aos seus devaneios preconceituosos. 

É inconcebível e extemporâneo que críticas depreciativas sejam afloradas, atingindo todo um conglomerado populacional que faz parte da historicidade deste país. Nordestinos que com muita bravura lutam contra os rigores da seca, contra os rigores da falta de oportunidades de trabalho e que, infelizmente, são "maculados" de forma "draconiana", à luz da teoria do "determinismo geográfico". Até quando o norte e nordeste será visto sob essa ótica? Até que ponto as escolas têm se preocupado (principalmente no sul e sudeste) em mostrar a realidade deste país e o que se tem feito para que, paulatinamente, soluções tangíveis sejam encontradas? Como combater os efeitos se as causas continuam sendo alimentadas por ideias preconceituosas, nefastas?  Veja texto que versa sobre  DETERMINISMO GEOGRÁFICO, com referências aos pensamentos de Friedrich Ratzel (1844 – 1904) , geógrafo alemão,  e Carl Ritter (1779 – 1859).  

Não devemos silenciar diante de fatos dessa natureza porque, direta ou indiretamente, somos atingidos. Não é porque não nos inserimos nas regiões menos castigadas do norte e nordeste que devemos nos calar. O norte e nordeste é penalizado quando se estabelece uma política tributária que ceifa, no nascedouro, nossos direitos. É penalizada quando investimentos não são direcionados para essa região. É penalizada quando se castra do Estaleiro do Paraguaçu, em Maragojipe, a oportunidade de gerar emprego e renda a tanta gente. É penalizada quando a agricultura não recebe incentivos suficientes para manutenção do homem no campo, produzindo e oferecendo aos seus filhos, condições dignas de  subsistência. É penalizada quando a população elege determinados representantes que só pensam em seus botões. A luta, portanto, é de todos. A Tvsaj, por exemplo, veste essa camisa. É preciso, é imperativo que as desigualdades sejam diminuídas de forma paulatina. Toda política excludente é perniciosa e impõe uma dívida que, lá na frente (não tão lá...),  será cobrada.

Se hoje convivemos com “bolsões de misérias” nos grandes centros urbanos, a culpa não deve ser atribuída, apenas, ao crescimento populacional. Longe disso: o êxodo rural forçado acabou por fomentar um deslocamento de grandes massas, principalmente,  às periferias, à luz da falta de melhores condições de ensino, saúde, estradas, etc, ao homem do campo. A violência que emerge no seio da sociedade não deve, evidentemente, ser atribuída apenas, aos moradores das periferias. Eles são os mais penalizados pela falta de melhores condições de vida. O divisionismo (apartheid social) existe. É uma realidade que, apesar de ser vista, "não é enxergada". Como minimizar as arestas? Como romper os casulos? 

Diante dessa citação, você, leitor,  poderá retrucar: - No momento em que você “direciona a violência” às periferias, está, também, incorrendo em DETERMINISMO GEOGRÁFICO...!” Conforme frisamos, a violência se insere no seio de todas as vertentes da sociedade. Os tipos de crimes  são diferenciados. Obviamente, eles se encaixam às circunstâncias. Há criminosos em todas as vertentes sociais. No momento em que políticas sociais sejam desenvolvidas, tendências estatísticas são modificadas. Dissonâncias à parte, o objetivo deste texto é de, justamente, gerar REFLEXÕES, de maneira que cada um possa, de alguma forma, contribuir para que todo esse processo de degradação seja retrocedido. Inserção de imagens ilustrativas  (divulgação, na internet).

VEJA TEOR DA MATÉRIA, em LEIA MAIS  com o título "Internauta deve pagar multa de R$ 5.7 mil por ofensas a nordestinos", pertinente a esse assunto.

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Entre os ministros do governo Bolsonaro, o da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, é o mais popular e também o melhor avaliado de acordo com uma pesquisa do Instituto Datafolha. 

Moro é conhecido por 93% dos entrevistados. O desempenho no comando do Ministério da Justiça e da Segurança Pública é considerado ótimo ou bom por 59%. Os dados do Datafolha indicaram que 17% consideram a atuação de Moro regular e 15% a classificam como ruim ou péssima. Entre aqueles que não souberam opinar o índice foi de 2%. 

No levantamento o Datafolha consultou a popularidade e a aprovação de 8 dos 22 ministros de Bolsonaro. Além de Moro, apenas outros dois são conhecidos pela maioria da população. 

O ministro da Economia, Paulo Guedes, segue Moro e é o segundo mais popular, ele é conhecido por 74% dos brasileiros. A avaliação de sua gestão registra uma empate técnico: ótima ou boa para 30% e regular para 28%. Outros 12% a classificam como ruim ou péssima. Não opinaram 4%. 

Em terceiro lugar aparece a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves. Ela é conhecida por 57% e tem sua gestão considerada ótima ou boa por 25%. 

O último nome é o do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio. Conhecido por 30%, ele foi avaliado como ótimo ou bom por 11% da população. Álvaro Antônio é suspeito de participação de um esquema de candidaturas de laranjas do PSL em Minas Gerais na eleição de 2018, quando era presidente do partido no estad

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Aos 77 anos e prestes a lançar um novo CD, a cantora Nana Caymmi não economizou nas palavras ao falar da política nacional. Em entrevista à Folha, criticou Gil, Caetano e Chico Buarque. Além disso, ela revela ainda ter votado em Jair Bolsonaro (PSL) no segundo turno presidencial. 

"É injusto não dar a esse homem um crédito de confiança. Um homem que estava fodido, esfaqueado, correndo pra fazer um ministério, sem noção da mutreta toda... Só de tirar PMDB e PT já é uma garantia de que a vida vai melhorar. Agora vêm dizer que os militares vão tomar conta? Isso é conversa de comunista. Gil, Caetano, Chico Buarque. Tudo chupador de pau de Lula. Então, vão pro Paraná fazer companhia a ele. Eu não me importo", disse. 

Ela afirma ainda que seu pai, o cantor e compositor Dorival Caymmi, morreu sem sentir saudade da Bahia. "Bahia não tem nada, é PT”. O partido está no governo do Estado há 12 anos. O pai, que morreu em 2008 aos 94 anos, já não tinha mais saudade da Bahia. “Ele ficou muito triste na última vez em que foi lá. E isso porque ainda era a época do capo, Antonio Carlos Magalhães [1927-2007]”. Nana diz que “toda a família se dava” com o ex-governador.

Ela não deixa de criticar também membros da própria família, como a filha Denise e a sobrinha Alice Caymmi. “Eu tinha muita esperança de que ela fosse pro meu caminho. Achei que Alice ia dar mel, mas não deu”.Foto, print de reprodução Youtube.Metro1

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Rio de Janeiro - Pelo calendário Raul Seixas, foi há 10 mil anos atrás. Pelo meu, foi em 2003, no governo Lula, quanto passei uma temporada em Brasília, quando Célia trabalhou lá. Fazendo uma faxina nas gavetas, achei anotações que transcrevo: “Com menos de uma semana na capital, descobri que a maioria das devassas termina em pizza. Acompanhei de perto a história de uma tal de Mary Corner, na época, cafetina predileta de nove entre dez políticos. Foi, literalmente, a devassa da devassa. Se não acabou em pizza, acabou em caviar, nunca mais se ouviu falar no assunto. Muitos debocham de Brasília dizendo que é uma cidade sem esquinas. O autor da frase foi Carlos Lacerda, figadal inimigo de Juscelino. Ficamos sabendo que a tal cafetina, durante algum tempo, foi a esquina mais badalada de lá. Como até o Davi Brasil sabe, corner, em inglês, significa esquina.

O pessoal traduziu maldosamente para Maria Joana das esquinas. Mas apenas uma esquina é pouco. Procura daqui, procura dali, acabei descobrindo que a Toca do Chopp, um dos melhores botecos da cidade, ficava tecnicamente numa esquina, conforme seu dono, Claude Capdeville, desenhou num guardanapo de papel (será que a Toca e o Claude ainda estão por lá?). No outro lado da rua fica (ou ficava) o açougue do Chico. Na ponta da quadra tem uma imobiliária, em frente à Super Foto. A ruazinha desemboca numa daquelas avenidas sem nome de gente, só letras e números. Tecnicamente, é uma esquina. Mas há outras coisas além da minha compreensão. Por exemplo: você pega um táxi e diz para o motorista: toca pra 506 Sul. E o cara te deixa na porta do Bar de Brasília.

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Juiz-estrela, aquele que divulga tudo o que faz e alimenta o público em busca de apoio, comete um pecado mortal para o mundo do direito: tende a ser parcial, segundo o advogado Antonio Sérgio de Moraes Pitombo.

A conclusão deriva da pesquisa que fez para o seu pós-doutorado, defendido na Universidade de Coimbra em 2012 e sintetizada no livro "Imparcialidade da Jurisdição".

Pitombo, um criminalista que já defendeu o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), no Supremo e ganhou no caso de acusação de racismo, diz não ter a menor dúvida de que Sergio Moro foi um juiz-estrela. "Ao se tornar um juiz-estrela, ele passa a ter um grau de exposição que pode lhe retirar a imparcialidade, independente da vontade", afirma.

A culpa, segundo ele, é exposição gerada pelas redes sociais, algo que não pode ser mudado. O que pode ser mudado, para ele, é o modo como os tribunais tratam as suspeitas de parcialidade: "O meu trabalho procura mostrar que isso não é uma ofensa ao juiz". 

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Aos que planejam sair da Terra o mais rápido possível, o físico Marcelo Gleiser assegura: pelo menos por agora, não há chance de irmos morar em Marte. “Melhor, então, aprender a lidar com os problemas”. O currículo deste teórico, professor, escritor e colunista carioca, autor de oito livros e centenas de artigos científicos, parece não ter fim. Radicado nos Estados Unidos, é professor e pesquisador na Dartmouth College, no campo de cosmologia das partículas, membro da American Physical Society e, para não dizer que esqueceu das origens, integra a Academia Brasileira de Filosofia.

Pela dedicação à pesquisa, recebeu o prêmio Presidential Faculty Fellows Award, da Casa Branca. Ganhou o prêmio Jabuti em 1998 com o livro A Dança do Universo, que discute a origem das coisas nas visões científica e religiosa, e em 2002, com O Fim da Terra e do Céu. Divulgador da ciência na imprensa e, agora, nas redes sociais, se diz um naturalista inato que se posiciona contra extremismos, sejam eles científicos ou religiosos. “Ter um apego religioso não significa que a pessoa não possa entender sobre ciência e ter uma visão um pouco mais atual do mundo. O importante é saber equilibrar os dois lados. Infelizmente, quem só olha para a religião tem esses lados muito desequilibrados”.

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A inclusão social perpassa pelo atendimento das necessidades de todas as pessoas que, de alguma forma, são colocadas à margem da sociedade.  A inclusão social é o termo utilizado para designar toda e qualquer política de inserção de pessoas ou grupos excluídos na sociedade. Portanto, falar de inclusão social é remeter ao seu inverso, a exclusão social.

Nesse sentido, para estabelecer uma ação de inclusão social, primeiramente é necessário observar e identificar quais seriam aqueles que estariam sistematicamente excluídos da sociedade, ou seja, que não gozam dos seus benefícios e direitos básicos, como saúde, educação, emprego, renda, lazer, cultura, entre outros.

De certo modo, é muito difícil que alguém ou algum grupo social esteja totalmente excluído de toda a sociedade. Geralmente, isso ocorre sobre uma parte dela. Assim, falar de inclusão é falar de democratizar os diferentes espaços para aqueles que não possuem acesso direto a eles. 
Por exemplo: as cotas raciais seriam uma medida de inclusão dos negros na universidade, no sentido de que esse grupo de pessoas, por razões históricas, possui estatisticamente maiores limitações materiais para alcançar o nível superior. Outro caso seria a adoção de medidas de acessibilidade para idosos e deficientes físicos que não conseguem acessar ou se deslocar em espaços públicos das cidades.

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A epidemiologista Karin Michel, da Universidade Harvard, fez um vídeo em alemão alcançar mais de 970 mil visualizações no YouTube após comparar óleo de coco, um dos queridinhos dos nutricionistas nos últimos anos, a "puro veneno".

Em palestra intitulada "Óleo de Coco e outros Erros Nutricionais", na Universidade de Freiburg, onde ela dirige o Instituto para Prevenção e Epidemiologia de Tumores, Karin diz que o produto "é uma das piores coisas que alguém pode comer".

Segundo ela, o óleo de coco é mais perigoso que banha por conter quase exclusivamente ácidos graxos saturados, que aumentam os níveis de colesterol (o ruim e o bom) e poderiam entupir as artérias coronárias.

Ela ecoa as diretrizes da Associação Americana do Coração (AHA, na sigla em inglês), atualizadas no ano passada, que também recomendam que as pessoas evitem gordura saturada, como a encontrada no óleo de coco.

22
Ago
2018

É caro ser pobre

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O americano Daniel Schulman interfere na vida financeira de 244 milhões de pessoas, entre consumidores e comerciantes. Esse é o alcance do PayPal, o pioneiro programa de pagamentos on-line criado em 1998 por nomes estelares da indústria da tecnologia, como o americano Peter Thiel, que se tornaria o primeiro investidor do Facebook, e o sul-africano Elon Musk, fundador da fabricante de carros elétricos Tesla. O PayPal é tido como protagonista de uma transformação radical pela qual passa o sistema bancário. Em 2014, aos 56 anos, Schulman assumiu o cargo de CEO, depois de trabalhar em multinacionais como a AT&T, a líder da indústria telefônica nos Estados Unidos. Tornou-se uma das maiores referências quando o assunto é o vaivém da economia, cada vez mais pautada por inovações como as criptomoedas e o blockchain, o sistema que dispensa a intermediação de bancos em negociações virtuais. Nesta entrevista a VEJA, Schulman explica como essas novidades mudarão a forma de lidar com o dinheiro.

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Não há salvação com o modelo político que vigora no Brasil, disse o ministro do STF Luís Roberto Barroso em debate em São Paulo na manhã desta segunda-feira (13).

Para o magistrado, o sistema proporcional de lista aberta adotado no país é um "desastre completo".

Em via oposta, Fernando Limongi, professor do departamento de ciência política da USP, argumentou que essa crítica é conveniente aos políticos, pois atribui ao sistema, e não a eleitos e a seus partidos, problemas graves do país.

Barroso e Limongi participaram de encontro realizado pela Folha de S. Paulo e pelo Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento) a respeito dos 30 anos da Constituição de 1988. A mediação foi do jornalista Uirá Machado, editor da Ilustríssima.

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Milena Abreu seguia vários perfis que postavam fotos de nu feminino no Instagram e percebeu que, na maioria das vezes, eram fotografados por homens que se apropriavam do discurso feminista mas não mostravam a diversidade das mulheres em suas fotos. “Foi aí que percebi que tinha alguma coisa errada nessa representação. Eram pautados muito com essa questão de mulheres-padrão, eram mais fotos bonitas do que significativas”.

Foi por isso que a fotógrafa e jornalista elaborou seu trabalho de conclusão de curso que deu origem ao projeto Feminua (@feminua), com a vontade de mostrar o corpo feminino através de outra perspectiva – com mulheres de todas as idades, corpos e etnias. Fotografando para o Feminua desde julho de 2016, Milena já conseguiu perceber como a autoestima das mulheres é afetada com as fotos. ”Muitas resolvem fazer o ensaio justamente porque andam se sentindo mal e querem se valorizar ou estão começando a se amar mais e querem mostrar para o resto do mundo esse amor”.

Ela divulga seu trabalho, principalmente, através do Instagram e afirma que sofre muito com a censura. Muitas fotos já foram excluídas por conta de denúncias, e a saída que ela encontrou foi postar fotos com tarjas ou desfocar partes do corpo que não podem ser exibidas na plataforma. “Fazer isso é horrível porque muda o sentido da imagem, é muito doloroso de fazer”, diz.

Em fotos mais recentes, ela resolveu retratar o prazer feminino de uma forma velada. Essa necessidade surgiu através de conversas que ela tinha com algumas mulheres e percebeu que o sexo ainda era tratado como um tabu e que muitas não conheciam o próprio corpo. O que era um trabalho acadêmico hoje se tornou um projeto de vida: Milena pretende lançar um zine com suas fotos e fazer exposições para as pessoas terem acesso ao seu trabalho da maneira que ele é.

 
 

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Por ANTONIO MASCARENHAS

Através do aplicativo do site da globo (clique aqui) é possível, seja no esquema de formação 4-3-3 ou 4-4-2, escolher 11 dos jogadores que tiveram melhor desempenho na Copa do Mundo realizada recentemente na Rússia. Obviamente, várias formações podem ser feitas nesse esquema. Se você opta por um esquema mais defensivo e quer dar espaço aos grandes nomes que atuaram na faixa intermediária do campo, escolhe, naturalmente, a formação 4-4-2. Todavia, se quer colocar a equipe com três homens lá na frente, opta pela outra formação. 

No último campeonato alguns nomes que se destacaram inicialmente com a marcação de gols e, até, grandes performnaces nos jogos que participaram. Dentre eles, Cristiano Ronaldo que marcou na fase de classificação 04 gols; Cavani que deslanchou muito bem até sua contusão; Soares, com grandes atuações; Courtois,De Bruyne e Hazart e Lukaku,pela Bélgica; Coutinho e Thiago Silva, pelo Brasil, e tantos outros nomes pelas demais seleções.

Como cada brasileiro é um "técnico", eu, particularmente, dentre eles me incluo. Escolhi a formação 4-4-2: Courtois (Bélgica); Pavart (França), Varane (França), Umtiti (França), Hernandez (França), Kanté (França); Hazart (Bélgica), Modric (Croácia), Pogbá (França), Mbapé (França) e Perisic (Croácia). Nenhum brasileiro. Dos jogadores que não participaram da final, apenas Hazart da Bélgica. Poderia estar nesse time o De Bruíne da Bélgica, Tiago Silva e Coutinho (Brasil); Cavani (Uruguai); Pickford (Ingalterra) e outros nomes. 

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Por ANTONIO MASCARENHAS

Inaugurada, na noite dessa sexta-feira, 08, a Praça Distrito de Maragoipinho, em Aratuípe, recôncavo baiano, num evento que contou com a presença de Sinho (prefeito municipal), Jesiel (vice-prefeito); secretários municipais Manoel (Administração), Anselmo (Saúde), Adriana (Educação) e Rosalina (Assistência Social); vereadores Remeton, Julival, Alércio e Juci, além de lideranças político-partidárias e representantes de diversos segmentos da sociedade local, dentre eles, os das comunidades rurais. 

Nada melhor do que a constituição de espaços convidativos para impulsionar a convivência social num momento em que, nos diversos rincões do pais,  os índices de violência crescem de forma assustadora, é sempre de bom alvitre que gestores públicos possam disponibilizar áreas que propiciem bate-papos sadios, brincadeiras de crianças e adolescentes. Foi justamente pensando nessa assertiva que a administração Sinho/Jesiel atendeu ao pleito formulado pelo vereador Julival, tendo contado, também, com apoio dos demais vereadores. 

Além de toda malha de grama "tapete", a praça conta com bancos de concreto (com encosto), torres de iluminação, quiosque, equipamentos de parque infantil e, mais que isso, academia de ginástica, publica. Ou seja, além de contribuir para a beleza bucólica, a praça se mostra funcional na medida em que propicia à sociedade um espaço que dê asas ao lazer e manifestações culturais. 

Um trio elétrico foi disponibilizado para que as bandas pudessem efetuar suas apresentações e, naturalmente, para que a cúpula governamental pudesse, do alto, realizar seus discursos. Longe disso, No intervalo da apresentação da primeira banda ( Jovens....), o prefeito Sinho, o vice Jesiel, vereadores e secretários preferiram efetuar seus pronunciamentos  junto ao quiosque, em plena praça, todavia, próximo ao povo. Asas livres apesentou-se em seguida. 

Em suas falas, os vereadores Julival (autor da indicação para construção da praça), Remelton e Laércio, além de discorrerem a respeito da importância desse equipamento, rasgaram elogios à pujança administrativa da gestão Sinho/Jesiel. Enquanto Julival se regozijava pela aprovação da indicação pela Câmara e a aquiescência por parte do poder executivo, Remelton (ex-oposicionista), não economizou adjetivos enaltecedores ao prefeito Sinho. Laércio, por sua vez, além de bater nessa mesma tecla, aproveitou o ensejo para anunciar uma indicação para que a praça possa ser denominada em homenagem a uma saudosa personalidade do município. 

O vice-prefeito Jesiel, visivelmente satisfeito diante desse feito por parte da gestão em que se insere, aproveitou o ensejo para sugerir construção da praça das comunidades de Jacaré e Cruzeiro. Ele que também agradeceu ao prefeito Sinho, além de enaltecer sua dinâmica administrativa. Destacou, também, o meritório trabalho do Cap. Maurício, a frente da Cia de Policia. 

Finalizando, o prefeito Sinho, além de agradecer a todos; destacou o esforço dos secretários; reportou-se à parceria com vereadores. Agradeceu pela adesão do vereador Remelton. Voltando-se ao vice Jesiel, reafirmou o seu compromisso para com a população, no sentido de que possa atender a todos os pleitos, à luz das condições  do município. Reportando-se à obra inaugurada, fez ver que a administração tudo fará para que esse espaço público sempre esteja em perfeitas condições, de modo a oferecer aos moradores locais e visitantes, um ambiente prazeroso. Convidou a todos para que, na manhã desse sábado, 09, possam participar da missa, inaugurações e cerimônias. 

Terminadas as falas o chefe do executivo municipal, ao lado dos secretários e vereadores descerraram a placa de inauguração, entregando, oficialmente, esse espaço aos munícipes. Fotos Antonio Mascarenhas. Veja todas as fotos através do link FOTOS, no topo do site. Publicaremos VÍDEOS no decorrer da semana. 

 

 

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Por ANTONIO MASCARENHAS

Volta e meia, no dia a dia, deparamo-nos diante da necessidade de construção de frases, seja na forma coloquial (oralidade), seja durante a escrita. Temos, por exemplo,  que escrever diariamente para o site Tvsaj.com.br. Erramos "pra caramba". Muitos desses erros (em parte) por conta do teclado americano do notebook. Caracteres de pontuação e sinalização em posições diferentes: uma merd.... Afora isso, erros de concordância, sintaxe, regência etc. O chato é quando os erros aprecem nos títulos das matérias. Estamos, sempre, propensos a esses deslizes. mesmo porque a gramática é, convenhamos, complicada, depois de tantas reformas. Mesmo na condição de leigos (a essência fica a cargo dos professores, nas escolas, nas universidades da vida), tentaremos, dentro do possível, semanalmente, trazer à baila situações que possam, de alguma forma contribuir para o esclarecimento de eventuais dúvidas, reinantes no nosso cotidiano Trabalhar com sites, fazendo Cont+C (copiar) e Cont+V (colar), é fácil. Se os autores errarem, você acaba cometendo o mesmo deslize por "solidariedade". O pior é que até os grandes meios de comunicações erram. O importante é "NÃO TER MEDO DE ERRAR". Em sites, facebook, etc, se você erra, vai lá e conserta ao perceber ou quando alguém liga. Até aí, tudo bem. Agora, em jornais impressos a coisa fica mais difícil. 

Nesse primeiro enfoque, o uso do POR QUEPOR QUÊ, PORQUE, PORQUÊ  

POR QUE

Por que (separado e sem acento) - É sempre utilizado no inicio de uma frase, na confecção de um questionamento, de uma pergunta. Ex:  Por que chegastes tão tarde? Por que não passou, primeiro, no supermercado? Por que não viajou mais cedo?  Por que não aproveita o tempo e viaja? 

POR QUÊ

Por quê (separado e com acento circunflexo) no final de frases que tenham apenas um ponto (final, interrogativo, exclamativo,...) depois dele. Ex: Você vende a ilusão de que Santo Antonio de Jesus é detentor do comércio mais barato da Bahia, por quê? Você não foi para a escola por quê

PORQUE

O “porque” junto é uma conjunção que indica causa, motivo, justificativa ou explicação. Em orações substantivas causais (O Pedro vai à praia porque está bom tempo), explicativas, conclusivas. Um exemplo: "Eu não fui à escola porque estava doente". De acordo com o professor, "porque estava doente" é a oração que indica a razão pela qual ele não foi. Nesses casos, o “porque” é junto e sem acento. Não apoio determinados políticos porque eles, depois de eleitos, não correspondem aos interesses do povo. 

É conjunção causal ou explicativa, com valor aproximado de “pois”, “uma vez que”, “para que”.

Exemplos: Não fui ao cinema porque tenho que estudar para a prova. (pois)
Não vá fazer intrigas porque prejudicará você mesmo. (uma vez que)

PORQUÊ

Porquê (junto e com acento) é usado para indicar o motivo, a causa ou a razão de algo.Usamos PORQUÊ (junto e com acento circunflexo) quando essa palavra for usada como substantivo e for antecedida por artigo.  Aparece quase sempre junto de um artigo definido (o, os) ou indefinido (um, uns), podendo também aparecer junto de um pronome ou numeral. Porquê pode ser substituído por: ... a razão. O Bahia está caindo pelas tabelas. Acontece que não sei o porquê desse declínio. O Vitoria sempre está na zona de baixamento. Você pode me dizer o porquê dessa performance? 

É substantivo e tem significado de “o motivo”, “a razão”. Vem acompanhado de artigo, pronome, adjetivo ou numeral.

Exemplos: O porquê de não estar conversando é porque quero estar concentrada. (motivo)
Diga-me um porquê para não fazer o que devo. (uma razão)

 

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Por Rodrigo Daniel Silva

O cientista político e professor da Universidade Federal da Bahia (Ufba), Jorge Almeida, avalia que é impossível prever o impacto real das fake news na eleição brasileira deste ano, mas, segundo ele, as notícias falsas devem “envenenar” o processo eleitoral. Já que grupos políticos tanto de esquerda quanto de direita têm usado informações mentirosas para “manipular a opinião pública”. À Tribuna, Jorge Almeida ressaltou que há estudos que comprovam a criação de fake news, até mesmo por empresas, na eleição americana que elegeu Donaldo Trump e no plebiscito no qual definiu a saída do Reino Unido da União Europeia. Segundo o cientista político, no Brasil, o maior fabricador de notícias falsas é o Movimento Brasil Livre (MBL), que apoiou o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). 

De acordo com o especialista, grupos extremistas de direita são os que mais usam das fake news no Brasil para “reforçar determinadas posições e queimar os adversários”. Também, segundo ele, tentam “criar situações políticas que favoreçam candidaturas ou o golpe militar”. Jorge Almeida salientou que, na eleição presidencial de 2014, pessoas ligadas aos então candidatos Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) já usaram as fake news. A tendência, no entanto, é que, no pleito deste ano, a propagação de informações mentirosas seja ainda maior. O cientista político observou, ainda, que são por meio do aplicativo WhatsApp e da rede social Facebook que se distribuem a maior quantidade de fake news. Para ele, os autores deste tipo de notícia precisam ser penalizados. 

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Constatação provada e comprovada: gente fraca (governante ou governada) vivencia a própria fraqueza na ilusão de que possa importar fortaleza da gente autorizada e legalmente armada na sociedade, seja tal força oriunda da polícia, do Exército, da Marinha e/ou da Aeronáutica.

Daí termos hoje não só um governo fraco, mas também uma boa parcela da sociedade frágil, aquela que acredita no chamado “ao general” para resolver as coisas. No que tange ao Planalto, ele não resolveu a situação do Rio de Janeiro nem deu o jeito esperado na esquisitíssima greve dos transportadores de insumos essenciais ao funcionamento das cidades.

No tocante a boa parte do eleitorado que aparece nas pesquisas justificando a intenção de voto em Jair Bolsonaro pelo desejo de “volta dos militares” ao comando do país, a História conta a história de um equívoco, como a recente divulgação dos documentos da CIA que revelam o envolvimento direto do presidente-ditador Ernesto Geisel no assassinato de dezenas de brasileiros combatentes do regime militar.

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Ex-ministro-chefe da Secretaria de Governo do presidente Michel Temer (MDB), o deputado federal Antonio Imbassahy (PSDB-BA) disse, na manhã deste sábado (26), que o Brasil vive atualmente uma das fases mais agudas e intensas do período republicano. De acordo com o congressista baiano, a greve dos caminhoneiros significa uma “tragédia” no agronegócio e todas as decisões tomadas pelo Palácio do Planalto têm agravado a situação.

Para o parlamentar, a paralisação da última semana surpreendeu pelo grande apoio popular. Ele teme que o movimento seja um combustível para manifestações populares. “Se vier rua, vai agravar mais ainda uma situação, que já é difícil. Mas estou ao lado dos caminhoneiros”, admitiu o tucano, em entrevista coletiva aos participantes da Escola Metrópole de Comunicação .

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Por ANTONIO MASCARENHAS

Mais do que justa, a greve dos caminhoneiros não é nada mais do que a eclosão de todo um sentimento de angústia que permeia no seio dessa importante classe de trabalhadores que, no dia a dia, deixam suas famílias para, literalmente “na estrada” enfrentar uma série de dissabores, arriscando suas vidas sobre rodas e diante de forte calibres que, aqui ou acolá lhes são apontados. 

Sejam estradas em péssimo estado de conservação, nos diversos rincões desse país de dimensões continentais; sejam as mais diversas situações que corroem, em suas entranhas, para cumprimento de suas funções de transportar o progresso, “do Arroio ao Chuí”, eles, na solidão em que se encontram, nas estradas da vida, vêem, no dia a dia, suas aspirações se exaurirem, em face da falta de valorização e de melhores condições de trabalho.

Caminhoneiros que, depois das despesas para manutenção dos veículos de suas propriedades ou das empresas às quais prestam serviços, ficam a mercê de fretes ou salários que não cobrem o labor do dia a dia. No momento em que  resolvem, literalmente, “gritar” é porque  seus lamentos, nas noites infindáveis, nos dias ensolarados ou chuvosos, já não fazem efeitos.

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 A situação é a complicada: um trem avança sem freios e está prestes a atropelar cinco pessoas que estão sobre a linha férrea. Você está ao lado da estrada, em frente a uma alavanca que, caso seja puxada, consegue desviar o trajeto da composição. No entanto, se você acionar o equipamento, o trem vai atropelar outra pessoa na linha ao lado.

Você tem dez segundos para tomar uma decisão. Se não fizer nada, cinco pessoas morrem. Se você puxar a alavanca, elas serão salvas, mas, como consequência, outra pessoa vai morrer. O que fazer?

Esse experimento, conhecido como "o dilema do trem", é um cenário clássico entre filósofos e sociólogos - ele é usado para estudar o modo como tomamos decisões e para confrontar diferentes perspectivas sobre uma mesma situação. 

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A atriz Camila Pitanga escreveu sobre a violência contra a população negra em um artigo publicado na revista Cosmopolitan deste mês. No texto, ela afirmou gritar por união, em um país onde jovens negros parecem ter um alvo em suas testas. "A única mão que o Estado brasileiro estendeu à população negra, até o momento, é a que nos açoita. No meu país a cor da pele determina quem tem três vezes mais chance de ser assassinado", disse Camila.

A artista afirmou que não relativiza a vida dos brancos, mas os lembra que a vida do negro também importa. "Ser brasileiro é exaustivo para todos nós. Ser brasileiro e negro é quase insustentável", afirmou.Pitanga também mencionou a vereadora Marielle Franco (PSOL), morta a tiros no Rio de Janeiro, ao pontuar que ela jamais será silenciada. Marielle e o motorista, Anderson Gomes, foram assassinados no dia 14 de março, em um crime que a polícia acredita ter sido premeditado.Metro 1

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Por ANTONIO MASCARENHAS

Na tarde dessa segunda-feira, por volta das 18:15h, na Rua do Calabá, em Santo Antonio de Jesus, marginais, armados, invadiram um salão de beleza e abordaram as pessoas que lá se faziam presentes, subtraindo 2 celulares, dentre eles, o meu (Moto G III). Nesse momento, a minha genitora estava se submetendo ao corte de seu cabelo. Felizmente, ela não se assustou com a situação porque a cena foi muito rápida e ela não percebeu. Uma pessoa idosa (93 anos), mãe de 13 filhos e vários netos. 

Os marginais saíram em velocidade, pilotando suas bicicletas, em direção às imediações do Bairro do São Benedito. Os dois eram negros e portavam bonés. O que subtraiu meu celular tinha uma espécie de tatuagem ou queimadura no antebraço esquerdo, segundo observou o outro rapaz assaltado. O outro facínora, tinha uma cicatriz vertical, escura, no rosto. 

A população brasileira já está acostumada, infelizmente, a conviver, diariamente, com notícias sobre criminalidade. Furtos, roubos, assaltos já fazem parte da rotina nos centros urbanos, principalmente. E, em Santo Antonio de Jesus, infelizmente, a situação não é diferente. Não devemos, evidentemente, ficar a culpar a polícia porque a corporação não dispõe de aparelhamento logístico para cobrir todas as áreas. As pessoas podem ser assaltadas ao saírem ou chegarem em casa, ou em outros locais, principlamente nesses horários de "rush". 

Mas, afinal, o que fazer diante de situações dessa magnitude? Como nos precaver para que não sejamos vítimas novamente? Evitar locais e horários perigosos? Uma situação, convenhamos, deveras difícil, mesmo porque, infelizmente, a bandidagem está infiltrada no seio da sociedade. O que se fazer, de fato, para contribuir em prol da inclusão social, numa sociedade excludente? A educação seria a solução, ou temos que ver tudo isso como utopia? Situações que sugerem reflexões, mas, enquanto isso, temos que pedir a Deus, constantemente, por proteção. Bens materiais vão e vêm. Lamento, pelos vídeos e fotos de minha mãe. O mais importante é a vida. Que Deus proteja a todos nós. Essa matéria tem por escopo fazer com que tenhamos, a cada momento, mais cuidados. Sinto-me "nu" (uma metáfora, evidentemente), indefeso, envolto pela indumentária da ilusão. Por outro lado, protegido pelo Senhor.  Imagem ilustrativa. 

 

 

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Por ANTONIO MASCARENHAS

No momento em que o homem que monopolizou informações em todo o planeta chega para os grandes jornais (escritos) para pedir desculpas cometidas pela equipe do Facebook, demonstração cabal pela imprensa tradicional. Avanços nas comunicações são de extrema importância e tem, convenhamos, contribuído de forma relevante para o desenvolvimento social. Por outro lado, não devemos achar que outros meios de comunicações estão fadados ao ostracismo.. Veja o texto abaixo, sobre a postura de Mark Zuckerberg, o todo poderoso do Facebook

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Por Daniel Dória

É óbvio que hoje não dá para falar sobre tática, tampouco algo em relação ao jogo em si. Mas também não vou partir para discurso piegas: ‘dia triste para o futebol baiano e blá-blá-blá’. Foi um vexame, muitos tiveram comportamento inadequado, mas a verdade é que confusão acontece em qualquer lugar, por diversos motivos. Tento aqui entender os que levaram à briga histórica do Ba-Vi de domingo.

Primeiro: essa coisa de forçar campanhas do tipo ‘clássico da paz’ me incomoda, não cola. Quem tem acompanhado as relações entre torcedores, jogadores e até mesmo entre diretorias de Bahia e Vitória sabe que não existe paz nenhuma. Pelo contrário, há um clima de animosidade como há muito não se via. Com o fim da ‘torcida única’, tricolores se movimentaram para reclamar das condições que encontram como visitantes no Barradão. Rubro-negros viram o protesto como uma afronta e as discussões chegaram a um nível pré-guerra.

Tudo isso se alastrou pelas redes sociais e é aí que começo a explicar o título desta coluna. Embora já bastante democráticas e acessíveis a grande parte da população, as redes sociais ainda não encontram um entendimento nosso de como utilizá-las devidamente. Há uma dificuldade enorme em tratar com naturalidade opiniões contrárias. Por outro lado, também existe séria dificuldade em expor opiniões contrárias sem ser ofensivo em demasia.

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O cantor Roberto Carlos afirmou estar otimista em relação aos rumos que a política brasileira tomou nos últimos tempos. Em entrevista feita na última quinta-feira (1º), ele elogiou o juiz federal Sergio Moro, que conduz os principais casos da Operação Lava Jato.

“O trabalho do Sergio Moro e de todas as instituições é uma coisa maravilhosa, uma coisa que nos consola, que nos anima. Principalmente pelo crédito que podemos dar ao Sergio Moro e ao que ele está fazendo. Ele realmente merece todo o nosso apoio e os nossos aplausos”, disse o cantor.

Aos 76 anos, Roberto Carlos disse ainda que, mesmo não sendo obrigado, vai às urnas escolher seu candidato. “Eu não preciso votar mas ainda voto. Vejo tudo isso com muito otimismo. As coisas estão sendo realmente resolvidas”, completou.

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São muitas as críticas despejadas na página do YouTube que exibe Paraíso, clipe da parceria do sertanejo Lucas Lucco e da cantora Pabllo Vittar. As farpas, contudo, em nada atrapalharam o desempenho da produção até o momento. Disponibilizado na noite deste domingo, o clipe já conta com 2 milhões de visualizações, sendo que o primeiro milhão foi alcançado em duas horas. A trajetória da faixa deve seguir o mesmo ritmo.

A letra romântica com refrão chiclete e batida eletrônica fazem de Paraíso um pop competente, com cara de hit a ser entoado em blocos e festas de Carnaval ao redor do país.Veja o vÍdeo em LEIA MAIS. Matéria Veja.

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Conhecido na Itália como uma espécie de czar anticorrupção, o ex-procurador Raffaele Cantone diz que a punição a políticos envolvidos em corrupção não reduz a ocorrência do crime se não vier acompanhada de uma mudança na "mentalidade" da população. Cantone atuou na investigação da violenta máfia Camorra que resultou na prisão perpétua dos maiores líderes desse clã: Francesco Schiavone e Francesco Bidognetti. O caso foi contado no famoso best-seller Gomorra, de Robero Saviano, que também virou filme. Em entrevista à BBC Brasil, o ex-procurador afirmou que, enquanto eleitores considerarem que corrupção "não é problema deles", investigações não terão efeito transformador na sociedade.

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Por Jordânia Freitas

Uma em cada cinco pessoas no país está acima do peso. Em dez anos, o número de brasileiros obesos cresceu 60%. Em 2006 o percentual era de 11,8%, em 2016 o índice subiu para 18,9%.  Os dados do Ministério da Saúde apontam ainda que a porcentagem de obesos na capital baiana é de 19,9%, maior do que a média nacional.  

Segundo a endocrinologista e coordenadora do Núcleo de Obesidade do Centro de Diabetes e Endocrinologia do Estado da Bahia (Cedeba), Teresa Arruti, o que caracteriza a obesidade é o aumento de tecido gorduroso.   

Para saber o grau de obesidade, a especialista explica que é preciso calcular o Índice de Massa Corporal (IMC). O cálculo do IMC é feito a partir da divisão do peso pela altura ao quadrado. Para ser considerado obeso, o paciente precisa ter um IMC acima de 30. 

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O presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, defendeu o fim da Justiça do Trabalho, que classificou de "excrescência brasileira" e "babá de luxo". “A Justiça do Trabalho custou no ano passado R$ 22 bilhões para dar de soluções entre indenizações e acordos menos de R$ 8 bilhões. Ela é a babá mais cara do mundo. Você não tem defesa na Justiça do Trabalho. Nós tínhamos que acabar com a Justiça do Trabalho, porque ela é uma excrescência brasileira, e julgar na Justiça comum”, afirma Jefferson, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo. A manifestação ocorre após sua filha, a deputada federal Cristiane Brasil (PTB-RJ), ser impedida por decisão judicial de ser empossada ministra do Trabalho – ela foi condenada a pagar R$ 60 mil por dívidas trabalhistas a um de seus ex-motoristas e fez acordo com outro funcionário de modo a evitar nova condenação.

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Umberto Eco faz falta. A frase não é retórica. Poucos intelectuais souberam transitar com maior desenvoltura entre o eruditismo acadêmico e os interesses do grande público. A lista dos temas que Eco estudou não tem fim: do romance popular do século XIX às subliteraturas do gênero James Bond que marcaram o pós-guerra, da cooperação interpretativa dos signos aos perigos das superinterpretações textuais, dos tesouros escondidos da estética medieval ao modo como as listas – sim, listas, catálogos, inventários – revelam o DNA das sociedades em que são criadas.

É provável que Eco tenha sido o primeiro teórico “sério” a estudar as histórias em quadrinhos sem recorrer à visão apocalíptica da Escola de Frankfurt. Quando chegou ao topo da carreira de linguista e semiólogo, deu uma guinada imprevista e publicou um romance, O Nome da Rosa, que se tornou um sucesso de vendas e lhe trouxe fama mundial.

Mas a grande vantagem de Eco era a forma com que conseguia pautar assuntos em escala planetária. Bastava que abrisse a boca numa entrevista para que temas invisíveis aos leitores aflorassem com a força de um furacão. Em fevereiro de 2016, quando morreu, era motivo de controvérsia por causa da sua declaração sobre os efeitos imediatos da comunicação instantânea: 

As mídias sociais deram o direito à fala a legiões de imbecis que, anteriormente, falavam só no bar, depois de uma taça de vinho, sem causar dano à coletividade. Diziam imediatamente a eles para calar a boca, enquanto agora eles têm o mesmo direito à fala que um ganhador do Prêmio Nobel. O drama da internet é que ela promoveu o idiota da aldeia a portador da verdade.

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Por Irlando Oliveira 

Acompanhando o desenrolar do cenário político brasileiro, percebemos o seu declínio ante as operações investigativas instaladas por ocasião de inúmeros desvios ilegais de recursos públicos, propinas, envolvimento de políticos com organizações criminosas, dentre outros fatores, tendo sido alcançadas, penalmente, várias “personalidades” da vida pública, incluindo ex-governadores, deputados, senadores, ministros, secretários de Estado, e até mesmo ex-presidente da República, nos levando a pensar o quanto o país necessita mudar para  o seu pleno desenvolvimento. 

Aqueles que elegemos não têm feito o “dever de casa” conforme esperávamos, compondo apenas seus lugares nos respectivos cargos, voltando-se apenas para os seus anseios, sem qualquer responsabilidade social. E isso tem apresentado um reflexo cruel e nefasto em nossas vidas, pois tal descaso e total falta de comprometimento com os rumos do país têm gerado descontentamento e, acima de tudo, prejuízos aos brasileiros, levando-nos a um maior envolvimento e engajamento na peleja eleitoral, como forma de se buscar candidatos “menos nocivos” à nação. 

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Por Irlando Oliveira

Bastaram mais de doze anos de atuação no cenário político brasileiro para percebermos os efeitos danosos e perversos da esquerda brasileira que, sob o eterno argumento de uma pseudo igualdade social, concorreu para o estabelecimento dos piores índices já registrados, em todas as áreas, promovendo um verdadeiro caos no país, atualmente marcado por uma anomia invulgar.

Como um verdadeiro plano diabólico e maquiavélico traçado, ao longo desses últimos anos tudo foi devidamente planejado e arquitetado para, dentre outros fatores, enfraquecer as forças armadas e policiais, principalmente, como forma de se instituir a anarquia e, via de consequência, o terror no país, criando condições propiciatórias para o desenvolvimento do crime, fator preponderante para a perpetuação no poder, consoante seus postulados infames. Nos valendo da “verbe” do escritor Olavo de Carvalho, é favorável à esquerda uma revolução não do proletariado, mas daqueles que praticam crimes e condutas antissociais. Daí esse cenário dantesco no país!

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No próximo dia 30 (quinta-feira), a vereadora Ireuda Silva (PRB) conduzirá um bate-papo com estudantes sobre os desafios da mulher negra no mercado de trabalho. O evento está marcado para acontecer no auditório da Faculdade de Economia da Universidade Federal da Bahia (UFBA), na Praça da Piedade, a partir das 14h.

Durante o bate-papo, a republicana também narrará parte de sua experiência pessoal como mulher negra. “Só quem vive essa realidade na própria pele sabe como é ser mulher e, além disso, ser negra na Bahia e no Brasil. Somos duplamente discriminadas e a luta para conquistar espaço no mercado de trabalho e ter acesso a educação de qualidade é extremamente árdua”, avalia Ireuda. 

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O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância, em Curitiba, citou nesta segunda-feira (27) falhas legislativas que, segundo ele, permitem a corrupção, como o foro privilegiado e a falta de barreiras ao loteamento das estatais, como sua maior frustração desde o início da operação, em 2014. "Minha maior frustração seria tudo o que fizermos não ir adiante", disse. Ao participar de fórum realizado pela Revista "Veja" em São Paulo, Moro defendeu o que chamou de "Plano Real contra a corrupção", referindo-se, disse, a um plano considerado tanto pela direita quanto pela esquerda como bem-sucedido no enfrentamento da hiperinflação. O juiz disse que é preciso ir além da redução do foro privilegiado e eliminar por completo essa prerrogativa, inclusive a magistrados.

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Por Irlando Oliveira 

Lendo o pequeno grande livro de Joanna de Ângelis - Espírito -, intitulado Vida Feliz, através da psicografia de Divaldo Pereira Franco, nos deparamos com um capítulo denominado “Estuda sempre”, em que a autora nos convida à eterna busca do conhecimento, nos estimulando ao saudável hábito da boa leitura. No referido capítulo pudemos extrair uma frase lapidar, a qual já fizemos constar em dois trabalhos monográficos nossos, pois entendemos ser a mesma perfeita! Ei-la: “O conhecimento é um bem que, por mais seja armazenado, jamais toma qualquer espaço. Pelo contrário, faculta mais ampla facilidade para novas aquisições”. 

Tal axioma estabelecido pela nobre autora nos dá a real dimensão da importância da infinita busca da essência da gnose - conhecimento -, como “ferramental” imprescindível ao auxílio do entendimento das coisas da vida, já que esta é eterna e estua nas várias dimensões e planos. A ignorância representa bloqueio ao nosso progresso como espíritos imortais que somos, obnubilando nossa mente e, via de consequência, nosso raciocínio, pois sempre faltarão dados para formarmos juízo de valor, tornando difícil o entendimento. 

O conhecimento é multifacetado, se nos apresentando nas inúmeras áreas do saber - as quais tangenciam, inevitavelmente, as nossas vidas -, representando conquista nobre para a nossa evolução, considerando que esta se dá tanto no campo intelectual, quanto no moral, favorecendo o avanço da nossa escalada quando logramos ambos os campos, o que representa empreitada por demais difícil, porém não impossível. 

Sábios da antiguidade sempre reconheciam as suas “insignificâncias” ante a busca do conhecimento, considerando que, cada vez que achavam que “sabiam”, percebiam que “muito pouco compreendiam”, fazendo com que o grande filósofo grego Sócrates, por exemplo, sempre dissesse que “só sabia que nada sabia”. Essa era a máxima socrática! O Cristo, por sua vez, teve o ensejo de dizer: “conhecereis a verdade e esta te libertará”, convidando-nos à análise acurada dos fatos, estudando-os detidamente! E complementou: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”, apontando-nos o rumo a seguir e, naturalmente, a decifrar! 


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