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"Exacerbação de dissonância": Damares Alves: a trajetória da ministra que criou polêmica

A infância, a atuação como pastora, o trabalho na Câmara e a relação com a primeira-dama: o caminho de uma paranaense itinerante até o Poder Executivo.

BRASÍLIA — Durante a campanha de Jair Bolsonaro, a ministra Damares Alves e Michelle Bolsonaro, ambas evangélicas, oraram juntas pela vitória. A assessora parlamentar de Magno Malta (PR-ES) ficou hospedada em um hotel perto da casa do presidente, onde chegou a se encontrar com a atual primeira-dama. Seu chefe frequentava a casa de Bolsonaro, mas não participava dessas conversas.

Era uma reaproximação, já que Michelle e Damares se conheciam dos corredores do Congresso Nacional, quando trabalhavam como assessoras parlamentares, há menos de uma década. Não demorou para o senador capixaba perder seu posto como ministeriável. No seu lugar, ascendeu sua assessora, com a ajuda da primeira-dama. 

Foi no final da década de 1990 que Damares Alves, ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, deu início à sua atuação política. Primeiro, no gabinete de seu tio, o pastor Josué Bengtson (PTB-PA). Depois, trabalhando como assessora parlamentar para quase uma dezena de outros deputados.

Neste início do novo governo, a frase “Meninos vestem azul, e meninas vestem rosa”, dita por ela no mesmo dia em que tomou posse no cargo e registrada em vídeo por apoiadores, gerou forte reação nas redes sociais.

Gravações antigas suas também se espalharam pela internet, causando indignação. Uma delas, de 2013, mostra a atual ministra lamentando o fato de a igreja evangélica ter perdido espaço “quando deixou a Teoria da Evolução entrar nas escolas”.Foti, Valter Campanato, Ag. Brasil. Pré-título aspeado, Tvsaj. Matéria Bahia Noticias. 


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