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'Quero transformar minha comunidade', diz Damina Sá, jovem poeta nascida no Calabar

Era o último dia da programação de Carnaval no Largo do Pelourinho quando Damiana Sá interrompeu o encerramento do show das Aya Bass - Larissa Luz, Xênia França e Luedji Luna -, e cantou um rap, mostrando sua arte a plenos pulmões (clique aqui). “Quando subi naquele palco eu não tinha nem noção de quem estava ali. Na verdade foi a primeira vez que vi Larissa Luz. Eu já conhecia Luedji Luna, mas Larissa foi a primeira vez que eu vi”, conta a jovem de 20 anos, nascida na comunidade do Calabar e hoje residente em Campinas de Pirajá, junto com a mãe e o irmão. “Subi e já fui roubando o microfone, praticamente. E aí eu me expressei da forma que era tudo que eu queria, independente das minas. Elas têm o trabalho delas, eu valorizo, mas também valorizo muito o meu. Eu sei que eu sou boa, que meu trabalho é bom, e eu quero que as pessoas me observem e vejam que a favela pode ser transformada também. Que o mundo pode ser transformado”, diz Damiana, que hoje trabalha vendendo suas poesias e canções em ônibus de Salvador, além de bares e no Ferry Boat.Bahia Noticias


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