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Grevistas planejam primeiro bloqueio de rodovias contra governo Bolsonaro

O governo Jair Bolsonaro (PSL) vai enfrentar nesta sexta-feira (14) o primeiro bloqueio de rodovias em todo o país, durante a greve geral contra a reforma da Previdência. Movimentos sociais que integram a Frente Povo Sem Medo planejam obstruir o tráfego de veículos em rodovias estaduais e federais e em grandes avenidas de capitais em ao menos nove estados. 

Conforme publicou o jornal Folha de S.Paulo nesta quinta-feira (13), líderes de esquerda e sindicalistas têm a expectativa de que a adesão à greve vai superar a de 28 de abril de 2017, contra as reformas do governo Michel Temer (MDB).

A polêmica em torno do ministro da Justiça, Sergio Moro, após as revelações do site The Intercept Brasil, deve ser explorada nas manifestações contra o governo.

O corte de recursos para a educação, que foi principal mote de protestos nos dias 15 e 30 de maio, e os altos índices de desemprego que persistem nos primeiros meses do mandato de Bolsonaro, também serão explorados pelos grevistas.

As centrais sindicais preveem a paralisação de serviços de transporte público em grandes cidades. Em São Paulo, por exemplo, mesmo com uma liminar que obriga a manutenção das operações do Metrô e da CPTM, os sindicatos reafirmam sua intenção de parar o transporte público nesta sexta.

O Metrô conseguiu na Justiça liminar para manter 100% do quadro de servidores nos horários de pico e 80% no restante. 

Já a CPTM conseguiu liminar para manter 100% do quadro durante todo o horário de operação.

Dirigentes sindicais estarão nas garagens dos ônibus ainda na madrugada para impedir que eles saiam. A paralisação tem a adesão de centrais como Força Sindical, Central Única dos Trabalhadores (CUT) e da União Geral dos Trabalhadores (UGT).

Movimentos sociais que integram a Frente Povo Sem Medo planejam obstruir o tráfego de veículos em rodovias estaduais e federais e em grandes avenidas de capitais em ao menos nove estados. 

Conforme publicou o jornal Folha de S.Paulo nesta quinta-feira (13), líderes de esquerda e sindicalistas têm a expectativa de que a adesão à greve vai superar a de 28 de abril de 2017, contra as reformas do governo Michel Temer (MDB).

A polêmica em torno do ministro da Justiça, Sergio Moro, após as revelações do site The Intercept Brasil, deve ser explorada nas manifestações contra o governo.

O corte de recursos para a educação, que foi principal mote de protestos nos dias 15 e 30 de maio, e os altos índices de desemprego que persistem nos primeiros meses do mandato de Bolsonaro, também serão explorados pelos grevistas.

As centrais sindicais preveem a paralisação de serviços de transporte público em grandes cidades. Em São Paulo, por exemplo, mesmo com uma liminar que obriga a manutenção das operações do Metrô e da CPTM, os sindicatos reafirmam sua intenção de parar o transporte público nesta sexta.

O Metrô conseguiu na Justiça liminar para manter 100% do quadro de servidores nos horários de pico e 80% no restante. 

Já a CPTM conseguiu liminar para manter 100% do quadro durante todo o horário de operação.

Dirigentes sindicais estarão nas garagens dos ônibus ainda na madrugada para impedir que eles saiam. A paralisação tem a adesão de centrais como Força Sindical, Central Única dos Trabalhadores (CUT) e da União Geral dos Trabalhadores (UGT).

Movimentos sociais que integram a Frente Povo Sem Medo planejam obstruir o tráfego de veículos em rodovias estaduais e federais e em grandes avenidas de capitais em ao menos nove estados. 

Conforme publicou o jornal Folha de S.Paulo nesta quinta-feira (13), líderes de esquerda e sindicalistas têm a expectativa de que a adesão à greve vai superar a de 28 de abril de 2017, contra as reformas do governo Michel Temer (MDB).

A polêmica em torno do ministro da Justiça, Sergio Moro, após as revelações do site The Intercept Brasil, deve ser explorada nas manifestações contra o governo.

O corte de recursos para a educação, que foi principal mote de protestos nos dias 15 e 30 de maio, e os altos índices de desemprego que persistem nos primeiros meses do mandato de Bolsonaro, também serão explorados pelos grevistas.

As centrais sindicais preveem a paralisação de serviços de transporte público em grandes cidades. Em São Paulo, por exemplo, mesmo com uma liminar que obriga a manutenção das operações do Metrô e da CPTM, os sindicatos reafirmam sua intenção de parar o transporte público nesta sexta.

O Metrô conseguiu na Justiça liminar para manter 100% do quadro de servidores nos horários de pico e 80% no restante. 

Já a CPTM conseguiu liminar para manter 100% do quadro durante todo o horário de operação.

Dirigentes sindicais estarão nas garagens dos ônibus ainda na madrugada para impedir que eles saiam. A paralisação tem a adesão de centrais como Força Sindical, Central Única dos Trabalhadores (CUT) e da União Geral dos Trabalhadores (UGT).Foto reprodução Ag. Barasil.Bahia Noticias.


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