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Voto feminino, salário mínimo e férias foram conquistados com luta e greve, avalia Robinson

O deputado estadual Robinson Almeida (PT) avaliou que os protestos que marcam o dia de Greve Geral, nesta sexta-feira (14), contra a Reforma da Previdência e os cortes na Educação, fazem parte da história de “resistência e luta” dos trabalhadores por direitos e contra retrocessos representados, na atualidade, pelo governo Bolsonaro. O parlamentar disse, exemplificando, que o voto feminino, conquistado no Brasil em 1932, através do Decreto nº 21.076, e consolidado na Constituição de 1934, salário mínimo e férias, implementados no Governo Vargas, na década de 30, são frutos desse processo histórico de luta da classe trabalhadora.

“Foi através da organização e luta da classe trabalhadora que as mulheres conquistaram o direito ao voto em 1932 e que foram conquistados, também na década de 30, direitos trabalhistas como salário mínimo, férias e descanso semanal remunerado. É com essa história de resistência que os trabalhadores brasileiros estão nas ruas para dizer sim à aposentadoria, sim à educação, e não a reforma da previdência, não aos cortes na educação e todas medidas desse desgoverno que tanto mal faz ao Brasil como apontam todos indicadores sociais e econômicos”, enfatizou Robinson.

Foto arquivo / divulgação

Assessoria de Imprensa - Daniel Ferreira


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